quinta-feira, 4 de junho de 2020
METEORO ENTREVISTA - ANTONIO TABET
Assista agora, assista mais tarde, assista sempre! Meteoro é tudibão!!!
quinta-feira, 26 de dezembro de 2019
Novo Ano
Novo ano
Eu já senti dor
A vida já me doeu muito
E de muitas maneiras
Eu já sofri
Pelos quartos, às metades
Nas feiras
Carregando em cestas
A culpa primeira
De ter nascido num domingo
Quando a vida exige semana inteira
Eu já entendi
Que é doce e difícil
Não ser freira
Eu já escondi
A dor do mês
Para parecer capaz
Olhei para trás
Virei sal e me desfiz
O sol sobre meus cacos
Recompôs meu prisma
Pode ser só cisma
Mas o novo ano anuncia glória
E a história requer
Força, coragem e fé!
[Poços de Caldas - 26/12/2019 - 20h51]
A vida já me doeu muito
E de muitas maneiras
Eu já sofri
Pelos quartos, às metades
Nas feiras
Carregando em cestas
A culpa primeira
De ter nascido num domingo
Quando a vida exige semana inteira
Eu já entendi
Que é doce e difícil
Não ser freira
Eu já escondi
A dor do mês
Para parecer capaz
Olhei para trás
Virei sal e me desfiz
O sol sobre meus cacos
Recompôs meu prisma
Pode ser só cisma
Mas o novo ano anuncia glória
E a história requer
Força, coragem e fé!
[Poços de Caldas - 26/12/2019 - 20h51]
terça-feira, 2 de fevereiro de 2016
Lágrimas do poeta
Chove
E as massas se encolhem
Dentro de suas capas cheirando a maçãs
Chove
E as manhas se perdem
No labirinto de sonhos desfeitos nas manhãs
Já não chove
E o ar pesado sobrecarrega o peito
Que, em jeito de se aliviar, chora sozinho
Enquanto a noite já se perdeu
Em inúmeras lágrimas de simples pranto
O canto dos poetas prossegue
Sem saber de um mundo ateu
Que conjuga alegria em esperanto
(F.
Frito - 13/12/96)
["Lágrimas do poeta"]
sexta-feira, 16 de janeiro de 2015
Gergelim
Qual é a desta noite em que a insônia impera?
Dois quadradinhos - buraquinhos amarrados com barbante
E um medo de dormir que me gela!
Observo o relógio louco que muda números
Como se o tempo existisse
Se todo dia é um dia como o outro
Tanto faz estar acordada ou dormindo
Uma amiga que me desperta sentimentos deliciosos
E um pouquinho de assunto que me ressuscita
A obrigação de dormir me deixando mais desperta
E eu sem saber o que decidir
Deitarei meu corpo e acalmarei meus pensamentos
Se houver um off para apertar
[Provavelmente, dormirei sem perceber
Rezando para acordar]
Poços de Caldas - 01h48 - após ler a receita de Marina Jorge da bolacha de gergelim do sonho.
domingo, 15 de dezembro de 2013
terça-feira, 9 de abril de 2013
O que herdei dos meus amores?
O que herdei dos meus amores?
As dores fartas, os constantes êxtases
Os reveses de entrega e loucura
As poucas cartas, os diversos erros
Os espasmos das entregas
E o pulsar constante da dúvida
O que herdei dos meus amores?
As noites de amantes
E os amanheceres enamorados
As tardes pulsantes e os meio-dias deslumbrados
As madrugadas inconstantes
E as horas e horas
Em segundos apaixonados
E os milhares de momentos
De incertezas
E os segundos de tocares deslumbrados
O que herdei aos meus amores?
Se não a fuga e a intolerância?
Se não o medo e a inconstância?
Se não o amor supremo e idealizado?
O que herdamos de amores?
Lágrimas e coração aos pulos...
Peles arrepiadas...
Um desejo de vida que prossegue
Na certeza da morte anunciada
Quem ainda me tem amor?
Por quem ainda meu coração salta?
Onde está a resposta que tortura
Antes mesmo de desvendada?
Ah, meu amor,
Que me venhas
Tão de repente
Que me encontres desarrumada
E que eu te entregue tanto
Que jamais saiba
Da enormidade de ser amada
E que contenhas meu sorriso
Nos lábios feridos durante a dor do choro
E que os toques nos suspendam
E elevados tenhamos um vôo
De pássaros
As dores fartas, os constantes êxtases
Os reveses de entrega e loucura
As poucas cartas, os diversos erros
Os espasmos das entregas
E o pulsar constante da dúvida
O que herdei dos meus amores?
As noites de amantes
E os amanheceres enamorados
As tardes pulsantes e os meio-dias deslumbrados
As madrugadas inconstantes
E as horas e horas
Em segundos apaixonados
E os milhares de momentos
De incertezas
E os segundos de tocares deslumbrados
O que herdei aos meus amores?
Se não a fuga e a intolerância?
Se não o medo e a inconstância?
Se não o amor supremo e idealizado?
O que herdamos de amores?
Lágrimas e coração aos pulos...
Peles arrepiadas...
Um desejo de vida que prossegue
Na certeza da morte anunciada
Quem ainda me tem amor?
Por quem ainda meu coração salta?
Onde está a resposta que tortura
Antes mesmo de desvendada?
Ah, meu amor,
Que me venhas
Tão de repente
Que me encontres desarrumada
E que eu te entregue tanto
Que jamais saiba
Da enormidade de ser amada
E que contenhas meu sorriso
Nos lábios feridos durante a dor do choro
E que os toques nos suspendam
E elevados tenhamos um vôo
De pássaros
domingo, 15 de julho de 2012
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