Jujubas, Whisky, Sexo e Rusgas
Ler, curtir, sentir...
O que te faz, o que te mantém...
Vem!
Lançamento: 26/11/2010 - Alfenas!!
quarta-feira, 15 de setembro de 2010
segunda-feira, 6 de setembro de 2010
Necessidade
Um abraço
Um só abraço
Tudo o de que preciso hoje
É de um abraço
Alguém que entre braços me prendesse
Que num abraço me esquentasse
Eu quero abrigo
Eu imploro abrigo
Eu necessito de abrigo
Um abraço
Um abraço que me sustente
Um abraço que me esquente
Um abraço que me permita compartilhar
Minhas lágrimas e meu desespero
Um abraço que me revele
Eu quero tanto um abraço
Mas ninguém acredita se o peço
Todos acham que sou forte
Um só abraço
Hoje
Deixaria mais longe a morte
Hoje
Se durmo em uns braços
Posso acreditar na vida
Hoje
Durmo de novo em meus braços
E choro
A necessidade que tenho
De um abraço
Um só abraço
Tudo o de que preciso hoje
É de um abraço
Alguém que entre braços me prendesse
Que num abraço me esquentasse
Eu quero abrigo
Eu imploro abrigo
Eu necessito de abrigo
Um abraço
Um abraço que me sustente
Um abraço que me esquente
Um abraço que me permita compartilhar
Minhas lágrimas e meu desespero
Um abraço que me revele
Eu quero tanto um abraço
Mas ninguém acredita se o peço
Todos acham que sou forte
Um só abraço
Hoje
Deixaria mais longe a morte
Hoje
Se durmo em uns braços
Posso acreditar na vida
Hoje
Durmo de novo em meus braços
E choro
A necessidade que tenho
De um abraço
Choro
Quantas lágimas...
Por que as lágrimas não me lavam?
Por que tantos me odeiam?
Por que alguns me amam?
Eu choro tanto por mim
E choro pelo que não sou
E choro pelo que não mostro
E choro pela dor suprema
De ser só eu
Eu que me escondo
Eu que me mostro outra
Eu que não me suporto
Eu que não me mato
Eu que vivo
Eu que sobrevivo
Eu que convivo
Com este ser
Repugnante
Que a todos afasta
Que não tem amigos
Que nao tem casa
Que não tenho hora
Que sou autora
Dessa farsa
Eu que lambo o sal
Que me refresca
E que me acorda
Pra mim mesma
Eu que choro
Na madrugada
E que acordo acreditando
Eu que passo o dia
Me matando
Eu que me odeio
Eu que escondo
O que eu mesma
Me pergunto
Eu que não sumo
Eu que não morro
Eu que vivo
Pedindo socorro
Eu que não me escuto
Eu que não me entrego
Eu que me quero
E que me absolvo
Eu que permito
E questiono
Eu que aceito
Minha pequeneza
Eu que não tenho certezas
Eu que sofro
Eu que choro
E choro muito
E não me lavo
E ainda sinto
Eu que quero
E não me perdoo
Eu que esqueço
E me atordoo
Com a vida mesma
Que me permito
Eu que sou só isso
Eu comigo
Na dor, na dor, na dor
Chorando e implorando
Para que amanhã seja melhor
Eu que basto
Por que as lágrimas não me lavam?
Por que tantos me odeiam?
Por que alguns me amam?
Eu choro tanto por mim
E choro pelo que não sou
E choro pelo que não mostro
E choro pela dor suprema
De ser só eu
Eu que me escondo
Eu que me mostro outra
Eu que não me suporto
Eu que não me mato
Eu que vivo
Eu que sobrevivo
Eu que convivo
Com este ser
Repugnante
Que a todos afasta
Que não tem amigos
Que nao tem casa
Que não tenho hora
Que sou autora
Dessa farsa
Eu que lambo o sal
Que me refresca
E que me acorda
Pra mim mesma
Eu que choro
Na madrugada
E que acordo acreditando
Eu que passo o dia
Me matando
Eu que me odeio
Eu que escondo
O que eu mesma
Me pergunto
Eu que não sumo
Eu que não morro
Eu que vivo
Pedindo socorro
Eu que não me escuto
Eu que não me entrego
Eu que me quero
E que me absolvo
Eu que permito
E questiono
Eu que aceito
Minha pequeneza
Eu que não tenho certezas
Eu que sofro
Eu que choro
E choro muito
E não me lavo
E ainda sinto
Eu que quero
E não me perdoo
Eu que esqueço
E me atordoo
Com a vida mesma
Que me permito
Eu que sou só isso
Eu comigo
Na dor, na dor, na dor
Chorando e implorando
Para que amanhã seja melhor
Eu que basto
Eu hoje
Quero meus cachos nuns dedos que não os meus
Quero minha pele em outra derme
Quero amar-me por mim mesma, mas no outro
Quero não morrer tão lentamente
Quero a nova busca do encontro
Que do desencontro se refaz
Quero a paz de me matar
Quero apenas existir
Sem questionar
Quero
Quero minha pele em outra derme
Quero amar-me por mim mesma, mas no outro
Quero não morrer tão lentamente
Quero a nova busca do encontro
Que do desencontro se refaz
Quero a paz de me matar
Quero apenas existir
Sem questionar
Quero
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