Veio-me agora
Súbita
Espontânea
E envolvente
A sensação perfeita
E estarrecedora
De quando entramos
Na Capela do Convento
Nós duas
(Você convertida em cinco)
E a Santa nos fazendo una
A mesma certeza
De amor supremo
Absoluto
Incondicional
(A invadir-me e dominar-me, doce e insistentemente...
Você presente, irmã...)
A luz do nosso nascimento
A refulgurar a luz adquirida
E a alegria de ter retornado ao aconchego
A Santa ali
E nós juntinho
O mundo à volta parado
(sem saber de nossa mágica magia...)
Aguardando nosso sinal
E então, irmã, sangue do meu sangue,
Vida da minha vida,
Realização dos sonhos meus que sequer tenho
E então, irmã,
No alto do Convento
Da Penha
Eu encontro o motivo pelo qual tanto me empenho
E é o de estar à tua altura
E, sem amargura, entrego-me a recordar-te em minha vida...
Recordo tudo aquilo que,
Vivido,
Serve de pano de fundo
Ao que tento viver
Seguro a emoção,
O pensamento,
As lágrimas
Respirando de leve,
O que sinto agora,
Seguro.
E não há o que me contenha
Irmã, a vida é bela
Se estás comigo.
Obrigada, Irmã amada!
Obrigada, minha (Nossa)
Senhora da Penha!!!
quarta-feira, 9 de fevereiro de 2011
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