quarta-feira, 9 de fevereiro de 2011

Meirinha... Minha Nossa Senhora da Penha que me sustente!!! E sustenta!

Veio-me agora
Súbita
Espontânea
E envolvente
A sensação perfeita
E estarrecedora
De quando entramos
Na Capela do Convento

Nós duas
(Você convertida em cinco)
E a Santa nos fazendo una

A mesma certeza
De amor supremo
Absoluto
Incondicional

(A invadir-me e dominar-me, doce e insistentemente...
Você presente, irmã...)

A luz do nosso nascimento
A refulgurar a luz adquirida
E a alegria de ter retornado ao aconchego

A Santa ali
E nós juntinho
O mundo à volta parado
(sem saber de nossa mágica magia...)
Aguardando nosso sinal

E então, irmã, sangue do meu sangue,
Vida da minha vida,
Realização dos sonhos meus que sequer tenho

E então, irmã,
No alto do Convento
Da Penha
Eu encontro o motivo pelo qual tanto me empenho

E é o de estar à tua altura

E, sem amargura, entrego-me a recordar-te em minha vida...

Recordo tudo aquilo que,
Vivido,
Serve de pano de fundo
Ao que tento viver

Seguro a emoção,
O pensamento,
As lágrimas

Respirando de leve,
O que sinto agora,
Seguro.
E não há o que me contenha

Irmã, a vida é bela
Se estás comigo.


Obrigada, Irmã amada!
Obrigada, minha (Nossa)
Senhora da Penha!!!