O que herdei dos meus amores?
As dores fartas, os constantes êxtases
Os reveses de entrega e loucura
As poucas cartas, os diversos erros
Os espasmos das entregas
E o pulsar constante da dúvida
O que herdei dos meus amores?
As noites de amantes
E os amanheceres enamorados
As tardes pulsantes e os meio-dias deslumbrados
As madrugadas inconstantes
E as horas e horas
Em segundos apaixonados
E os milhares de momentos
De incertezas
E os segundos de tocares deslumbrados
O que herdei aos meus amores?
Se não a fuga e a intolerância?
Se não o medo e a inconstância?
Se não o amor supremo e idealizado?
O que herdamos de amores?
Lágrimas e coração aos pulos...
Peles arrepiadas...
Um desejo de vida que prossegue
Na certeza da morte anunciada
Quem ainda me tem amor?
Por quem ainda meu coração salta?
Onde está a resposta que tortura
Antes mesmo de desvendada?
Ah, meu amor,
Que me venhas
Tão de repente
Que me encontres desarrumada
E que eu te entregue tanto
Que jamais saiba
Da enormidade de ser amada
E que contenhas meu sorriso
Nos lábios feridos durante a dor do choro
E que os toques nos suspendam
E elevados tenhamos um vôo
De pássaros
As dores fartas, os constantes êxtases
Os reveses de entrega e loucura
As poucas cartas, os diversos erros
Os espasmos das entregas
E o pulsar constante da dúvida
O que herdei dos meus amores?
As noites de amantes
E os amanheceres enamorados
As tardes pulsantes e os meio-dias deslumbrados
As madrugadas inconstantes
E as horas e horas
Em segundos apaixonados
E os milhares de momentos
De incertezas
E os segundos de tocares deslumbrados
O que herdei aos meus amores?
Se não a fuga e a intolerância?
Se não o medo e a inconstância?
Se não o amor supremo e idealizado?
O que herdamos de amores?
Lágrimas e coração aos pulos...
Peles arrepiadas...
Um desejo de vida que prossegue
Na certeza da morte anunciada
Quem ainda me tem amor?
Por quem ainda meu coração salta?
Onde está a resposta que tortura
Antes mesmo de desvendada?
Ah, meu amor,
Que me venhas
Tão de repente
Que me encontres desarrumada
E que eu te entregue tanto
Que jamais saiba
Da enormidade de ser amada
E que contenhas meu sorriso
Nos lábios feridos durante a dor do choro
E que os toques nos suspendam
E elevados tenhamos um vôo
De pássaros
